NA AMAZÔNIA, O DESMATAMENTO CONTINUA CHOVA OU FAÇA SOL

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Enquanto milhões de pessoas se divertiam nos bailes, blocos e em desfiles nos diversos Carnavais de todo o país ao ritmo das marchinhas e sambas enredos, nos confins da Amazônia era o som desafinado das motosserras que dava o tom da destruição oculta da floresta.

Depois de uma queda de 70% a partir de 2004 e de uma sequência de anos de estagnação, o desmatamento da Amazônia voltou a crescer em 2016, período em que a floresta perdeu 7.989 km². Segundo dados do IPAM – Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia, a floresta perdeu no período uma área equivalente a 128 campos de futebol a cada hora. Os estados que registraram maior aumento da taxa de desmatamento foram Amazonas, Acre e Pará, com incremento de 54%, 47% e 41%, respectivamente.

Dez municípios lideram a lista do desmatamento na Amazônia, o que, em tese, deveria facilitar o trabalho de fiscalização das autoridades brasileiras. No Pará são cinco municípios: Altamira, São Feliz do Xingu, Novo Repartimento, Portel e Novo Progresso; dois municípios no Amazonas: Lábrea e Apuí; dois em Rondônia: Porto Velho e Nova Mamoré e um em Mato Grosso: Colniza.

É preciso que governos e autoridades hajam com responsabilidade e consigam reverter mais uma vez essa situação, mantendo o desmatamento sob controle. A se manter o ritmo do crescimento do desmatamento, corremos o sério de risco de, num futuro não tão distante, lembrar da floresta Amazônica apenas em sambas enredos e temas de desfile das escolas de samba…

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